Protocolo sobre implantes
Prótese fixa com todos os dentes de uma arcada, parafusada sobre 4 a 6 implantes.
Implantodontia · Pina, Recife
Implante dentário é um pino de titânio que substitui a raiz de um dente perdido para receber uma coroa ou prótese. É indicado para pessoas com um ou mais dentes ausentes, desde que a saúde geral, o volume ósseo e os tecidos permitam o tratamento após avaliação e tomografia.
Implante dentário é um pino de titânio instalado no osso para substituir a raiz de um dente perdido. É indicado para quem perdeu um ou mais dentes e tem saúde e osso compatíveis. Na Rideto, é planejado em software sobre a tomografia e instalado com guia cirúrgico impresso.
Valores gerais e informativos. Prazos, anestesia e número de consultas dependem da avaliação individual.

Implantodontia
O Dr. Paulo Augusto Batista Lopes, CRO-PE 4730, é especialista em Implantodontia e especialista e mestre em Prótese Dentária. A posição do implante é planejada considerando a futura prótese e as condições anatômicas.
Implante dentário é um pino de titânio instalado no osso maxilar ou mandibular para substituir a raiz de um dente perdido e receber uma coroa ou prótese. É indicado na ausência de um ou mais dentes, quando há saúde geral e condição óssea compatíveis, e depende de avaliação com tomografia antes de qualquer decisão.
O implante devolve função mastigatória e estética sem desgastar dentes vizinhos, como acontece em uma ponte convencional. Ele também preserva o osso da região, que tende a reabsorver quando fica sem estímulo.
A decisão clínica não é apenas "cabe ou não cabe um implante". Ela envolve posição protética ideal, oclusão, estética gengival e manutenção de longo prazo — exatamente o que o planejamento reverso resolve.
Cirurgia guiada
A tomografia computadorizada mostra volume, densidade e limites anatômicos. O escaneamento intraoral registra dentes e tecidos moles com precisão.
Os dois arquivos são sobrepostos em software. O implante é posicionado virtualmente na posição protética correta, respeitando seios, nervos e raízes vizinhas.
Do planejamento sai um guia impresso que conduz a fresagem em posição, angulação e profundidade definidas previamente.
A cirurgia segue o guia, o que tende a reduzir tempo de cadeira e invasividade. A prótese já foi considerada desde o início do planejamento.
O ganho principal é previsibilidade: menos improviso, menor margem de erro de posição e uma prótese que encaixa no que foi planejado.
| Solução | Quando é indicada | Observações clínicas |
|---|---|---|
| Implante unitário | Ausência de um dente, com dentes vizinhos preservados | Evita desgastar dentes adjacentes para ponte fixa |
| Implantes múltiplos | Ausências em sequência ou em regiões diferentes | Número de implantes definido pela distribuição das forças |
| Protocolo total fixo | Arco totalmente sem dentes, com osso compatível | Prótese fixa sobre implantes, removida apenas pelo dentista |
| Overdenture | Arco sem dentes com limitação óssea ou anatômica | Prótese removível estabilizada por implantes, com boa retenção |
Quando o volume ósseo não permite instalar o implante na posição protética correta, recorre-se a enxerto. Ele pode usar osso do próprio paciente ou biomateriais, e a indicação sai da tomografia, antes da cirurgia.
Planejar isso previamente evita duas situações ruins: descobrir a falta de osso no meio da cirurgia e instalar o implante em uma posição que a prótese não consegue corrigir.
A instalação da prótese provisória no mesmo dia é possível quando há estabilidade primária adequada, volume e qualidade ósseos suficientes, ausência de infecção ativa e bruxismo controlado. Faltando qualquer um desses critérios, aguardar a cicatrização é o que protege o resultado.
As faixas de tempo variam por caso e são apresentadas na avaliação. Não trabalhamos com prazo garantido, porque a resposta biológica de cada paciente é individual.
Casos com ausências múltiplas costumam ser tratados dentro de um plano maior. Veja reabilitação oral completa e ronco, apneia e bruxismo.
A implantodontia na Rideto é conduzida pela direção clínica, com especialização em Implantodontia e especialização e mestrado em Prótese Dentária pela São Leopoldo Mandic, Campinas. Planejamento protético e cirúrgico são feitos em conjunto, no mesmo fluxo digital.
Conteúdo revisado por Dr. Paulo Augusto Batista Lopes — CRO-PE 4730, Especialista e Mestre em Prótese Dentária (São Leopoldo Mandic), Especialista em Implantodontia (SOEPE).
Atualizado em .
É um pino de titânio instalado no osso para substituir a raiz de um dente perdido. Depois da integração com o osso, recebe uma coroa, uma prótese parcial ou uma prótese total fixa, dependendo do número de dentes ausentes. O implante e a prótese são planejados juntos, a partir da tomografia e do escaneamento.
A cirurgia é feita sob anestesia local, e o desconforto costuma ser comparável ao de uma extração simples. A cirurgia guiada tende a reduzir o tempo de cadeira e a manipulação dos tecidos, o que favorece o pós-operatório. Nos dias seguintes, o controle é feito com medicação e cuidados orientados pelo dentista.
É a instalação do implante a partir de um planejamento feito em software sobre a tomografia e o escaneamento da boca. Desse planejamento sai um guia cirúrgico impresso que conduz a posição, a angulação e a profundidade do implante. Assim, a cirurgia segue o que foi definido antes, com mais previsibilidade.
Varia com a qualidade e o volume do osso, a necessidade de enxerto e a região da boca. Há casos resolvidos em poucos meses e casos que exigem etapas prévias mais longas. Em geral, a prótese definitiva é instalada de 3 a 6 meses após o implante; o cronograma realista é definido depois da tomografia.
A carga imediata é possível em condições específicas: estabilidade primária adequada do implante, volume e qualidade óssea suficientes, ausência de infecção ativa e controle do bruxismo. Esses critérios são confirmados no planejamento e durante a cirurgia. Quando não são atendidos, esperar a integração do implante é o que protege o resultado.
Quando o volume de osso disponível não permite instalar o implante na posição correta, o que pode acontecer após extrações antigas, infecções ou uso prolongado de dentadura. A tomografia mostra isso antes da cirurgia, o que evita decisões improvisadas durante o procedimento e permite explicar ao paciente as etapas e o prazo adicionais.
Não impede de forma absoluta, mas é um fator de risco relevante para a cicatrização e para a perda de osso ao redor do implante ao longo do tempo. Por isso, a redução ou a suspensão do tabagismo faz parte do preparo do caso, e o acompanhamento depois da cirurgia tende a ser mais próximo.
Sim, desde que a doença esteja compensada e acompanhada pelo médico. Diabetes descompensada aumenta o risco de infecção e de falha na integração do implante com o osso. Antes da cirurgia, podem ser solicitados exames recentes, e o controle glicêmico continua importante durante a cicatrização e na manutenção ao longo dos anos.
O titânio não sofre rejeição imunológica como um órgão transplantado. O que pode ocorrer é falha na integração com o osso ou peri-implantite, uma inflamação ao redor do implante associada a biofilme, tabagismo, sobrecarga da mordida ou higiene insuficiente. Revisões periódicas ajudam a identificar esses sinais cedo e a tratá-los.
Sim. Higiene específica ao redor do implante, com escova interdental ou irrigador quando indicado, e retornos periódicos para avaliar mordida, parafusos, gengiva e nível do osso são parte do tratamento, não um extra. Quem tem bruxismo pode precisar de placa noturna para proteger a prótese e o implante da sobrecarga.
Sim. A idade, por si só, não contraindica o implante. O que define a indicação é o estado de saúde geral, a qualidade e a quantidade de osso disponível e o controle de condições como diabetes e pressão alta. Muitas pessoas acima dos 70 anos passam pelo tratamento com bons resultados, desde que haja avaliação criteriosa e acompanhamento.
Não. O titânio usado nos implantes não é ferromagnético, portanto não é atraído pelo campo magnético da ressonância nem impede a realização do exame. Em alguns casos, pode haver pequena distorção de imagem na região da boca, sem risco à saúde. Informe sempre ao médico e ao técnico que você tem implantes antes de qualquer exame de imagem.
Sim. A região anterior exige planejamento estético mais detalhado, porque cor, formato e contorno gengival precisam harmonizar com os dentes vizinhos. Na Rideto, o caso é planejado digitalmente, e a coroa definitiva é confeccionada em cerâmica ou zircônia pelo laboratório integrado. Em muitos casos, um provisório preserva a estética enquanto o implante cicatriza.
Existem três momentos possíveis: implante imediato, instalado no mesmo dia da extração; implante precoce, algumas semanas depois; e implante tardio, após alguns meses de cicatrização. A escolha depende da presença de infecção, da quantidade de osso remanescente e da região da boca. A tomografia e o exame clínico definem o momento adequado para cada caso.
Prótese fixa com todos os dentes de uma arcada, parafusada sobre 4 a 6 implantes.
A coroa, ponte ou dentadura que fica sobre os implantes.
Para quem tem vários problemas ao mesmo tempo — dentes desgastados, restaurações que quebram, próteses antigas ou dentes ausentes.
Próteses sobre dentes naturais e próteses removíveis: coroas de zircônia e porcelana, onlays e inlays, pontes fixas e troca de coroas antigas, com planejamento digital.
Entenda o que define o valor de um implante dentário em Recife.
Quanto tempo dura um protocolo sobre implantes e como cuidar.
A avaliação presencial é o que define o que é possível no seu caso. Nenhum plano de tratamento é confirmado sem exame clínico.
Av. Eng. Domingos Ferreira, 170 — Pina/Boa Viagem, Recife-PE, CEP 51011-050
(81) 3463-1111 · (81) 99457-5222
Segunda a sexta, 8h às 18h · Intervalo 12h às 13h