Reabilitação oral
Para quem tem vários problemas ao mesmo tempo — dentes desgastados, restaurações que quebram, próteses antigas ou dentes ausentes.
Odontologia do sono · Pina, Recife
O acompanhamento odontológico do sono pode tratar o ronco, casos selecionados de apneia com aparelhos intraorais e as consequências do bruxismo sobre dentes e articulação. É indicado após avaliação individual; o diagnóstico da apneia é médico e pode exigir polissonografia e acompanhamento integrado.
O tratamento odontológico do sono usa aparelhos intraorais para o ronco e casos selecionados de apneia, e placas oclusais para proteger dentes do bruxismo. É indicado após avaliação; o diagnóstico da apneia é médico. Na Rideto, o aparelho é feito sob medida e ajustado em retornos.
Valores gerais e informativos. Prazos, anestesia e número de consultas dependem da avaliação individual.

A odontologia do sono trata, no âmbito odontológico, o ronco, casos selecionados de apneia obstrutiva do sono com aparelhos intraorais e as consequências do bruxismo sobre dentes, restaurações e articulação. Ela não faz o diagnóstico da apneia, que é médico e depende de exames como a polissonografia.
Essa fronteira não é uma formalidade. Tratar ronco sem saber se existe apneia associada pode mascarar um quadro respiratório que precisa de acompanhamento médico.
Por isso, o fluxo aqui é: avaliar sinais clínicos, encaminhar para diagnóstico médico quando há suspeita, e atuar com o recurso odontológico indicado para o quadro confirmado.
O ronco é o som produzido pela vibração de tecidos da via aérea superior quando o fluxo de ar encontra resistência durante o sono. Ele pode existir isoladamente ou acompanhar a apneia obstrutiva, em que ocorrem pausas respiratórias repetidas.
O cirurgião-dentista participa do tratamento, não do diagnóstico. Ele avalia condições bucais, articulação, suporte dental e viabilidade de um aparelho intraoral, e acompanha a adaptação e os efeitos ao longo do uso.
Esses dispositivos mantêm a mandíbula em posição levemente avançada durante o sono, favorecendo o espaço da via aérea. A indicação depende do quadro, do número e da condição dos dentes e da articulação.
Efeitos possíveis incluem desconforto articular e muscular inicial, salivação alterada e pequenas mudanças de contato dentário ao longo do tempo. São motivos para acompanhamento periódico, não para abandono do tratamento por conta própria.
Em quadros mais graves, o CPAP costuma ser a indicação médica de escolha, e o aparelho intraoral pode não ser suficiente. Essa decisão é do médico do sono, com base nos exames.
Bruxismo não controlado é um dos principais fatores de falha em tratamentos estéticos e reabilitadores. Cerâmica e próteses são planejadas para uma determinada distribuição de forças; apertamento repetido muda essa equação.
Por isso, na Rideto, o controle do bruxismo vem antes da etapa estética em facetas e lentes de contato dental e em reabilitação oral completa. O mesmo cuidado vale para quem vai fazer implante dentário com cirurgia guiada ou protocolo sobre implantes, e é acompanhado pelo Dr. Paulo Augusto Batista Lopes.
Encaminhamos para otorrinolaringologia quando há obstrução nasal e alterações anatômicas da via aérea; para pneumologia e medicina do sono para diagnóstico e conduta da apneia; e para neurologia quando há suspeita de distúrbios do sono de outra natureza.
A avaliação inclui histórico de sono e de hábitos, exame clínico de desgastes, musculatura e articulação, análise de oclusão e registros fotográficos. Quando há suspeita de apneia, o encaminhamento médico é feito antes de qualquer aparelho.
Conteúdo revisado por Dr. Paulo Augusto Batista Lopes — CRO-PE 4730, Especialista e Mestre em Prótese Dentária (São Leopoldo Mandic), Especialista em Implantodontia (SOEPE).
Atualizado em .
É a atividade repetitiva da musculatura da mastigação, com apertamento ou ranger dos dentes. Pode ocorrer durante o sono ou acordado, e tem causas multifatoriais, envolvendo sono, estresse, hábitos e uso de algumas substâncias. Nem sempre causa sintomas, mas pode desgastar dentes, fraturar restaurações e provocar dor na face.
O bruxismo do sono é uma atividade involuntária ligada a eventos do próprio sono. O de vigília é geralmente um apertamento sustentado durante o dia, associado a atenção concentrada e tensão. As estratégias de manejo são diferentes: no sono, a placa protege os dentes; acordado, o foco é perceber e mudar o hábito.
Não. A placa protege dentes, restaurações e articulação dos efeitos da sobrecarga, mas não elimina a causa da atividade muscular. Por isso, o acompanhamento avalia sono, hábitos e fatores associados. Em alguns casos, o tratamento é feito em conjunto com médicos, fisioterapeutas ou psicólogos, conforme a necessidade identificada.
Desgaste das superfícies dos dentes, fraturas de esmalte e de restaurações, sensibilidade ao acordar, dor muscular na face, dor de cabeça na região das têmporas e sensação de cansaço na mandíbula. Às vezes, quem dorme ao lado percebe o ranger. Esses sinais justificam uma avaliação odontológica para confirmar e orientar.
Não. O diagnóstico da apneia obstrutiva do sono é médico e se apoia em exames como a polissonografia. O cirurgião-dentista pode identificar sinais de alerta, encaminhar para avaliação médica e atuar no tratamento de casos indicados com aparelho intraoral feito sob medida, em conjunto com a medicina do sono.
Ele mantém a mandíbula em posição levemente avançada durante o sono, o que tende a aumentar o espaço da via aérea e reduzir a vibração dos tecidos que produz o ronco. É feito sob medida a partir do escaneamento e ajustado aos poucos em retornos. A indicação e o ajuste são individuais.
Em muitos casos, sim. O aparelho intraoral de avanço mandibular, feito sob medida, pode reduzir o ronco ao manter a via aérea mais aberta durante o sono. Antes, é importante descartar apneia com avaliação médica, porque o ronco pode ser um sinal dela. O ajuste do aparelho é feito aos poucos, em retornos programados.
Pode, desde que o bruxismo seja avaliado e controlado antes. O apertamento repetido sobrecarrega cerâmicas, próteses e implantes, aumentando o risco de fraturas e desgaste. Por isso, o planejamento costuma incluir placa oclusal noturna, ajuste da mordida e revisões periódicas, além da escolha de materiais adequados à força de cada paciente.
Pode. Bruxismo, disfunção da articulação da mandíbula (ATM) e mordida desequilibrada são causas frequentes de dor de cabeça, principalmente na região das têmporas e ao acordar. O dentista avalia esses fatores e, quando confirmados, pode indicar placa oclusal e outras medidas. Dores de cabeça persistentes também devem ser investigadas por médico.
Dor ou cansaço no maxilar ao acordar é um sinal típico de bruxismo do sono ou de disfunção da articulação da mandíbula (ATM). Podem vir acompanhados de dor de cabeça matinal, estalos ao abrir a boca e desgaste dos dentes. O dentista avalia esses sinais e pode indicar placa oclusal e acompanhamento específico.
Esta página tem caráter informativo e não substitui avaliação odontológica e médica. Nenhum tratamento odontológico apresentado aqui promete cura da apneia obstrutiva do sono.
Para quem tem vários problemas ao mesmo tempo — dentes desgastados, restaurações que quebram, próteses antigas ou dentes ausentes.
Lâminas finas de cerâmica na face visível dos dentes para ajustar forma, cor e proporção.
Pino de titânio que substitui a raiz de um dente perdido e recebe uma coroa ou prótese.
Entenda quando o aparelho intraoral para ronco e apneia é indicado, o papel do médico do sono e da polissonografia e como é o acompanhamento. Guia Rideto..
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